27 December 2008
(final destination: Lisboa) dar e receber
15 December 2008
mais uma volta...



11 December 2008
Arambol






Aconteceu! Dissemos "vamos para casa".
Ainda ha pouco mergulhei, voltei acima, e pensei: podia fazer isto para sempre. 6 meses depois de deixar o atelier estamos a deriva, e a adorar. Pensava que os remorsos iam chegar mais cedo, mas so se vive uma vez e isto sim, e vida!
Temos estado em Arambol, e pela primeira vez alugamos um apartamento - entenda-se puxadinho com mais que as usuais 2 divisoes, quarto/casa de banho, este tem sala e ate duas varandas!-, o que nao significa que de repente tenhamos decidido fazer uma extravagancia. Pelas mesmas 300 rupias que valem uma cabana, conseguimos esta pechincha. Falidos como estamos decidimos prolongar a estadia nesta vila que nem sequer e bonita, nao tem charme, cheira mais que as outras, tem mais vacas vadias, e menos palmeiras na praia... mas um areal interminavel, que as 7 da manha ja e bastante concorrido e palco de lentas caminhadas, praticas de yoga, tai chi, meditacoes, familias de hippies cheias de filhos e avos que certamente aqui regressam todos os anos.
Mais sossegada que Anjuna, parece ser destino de eleicao de uma geracao de hippies de epoca estival - aparecem aqui 'mascarados' e pelo sotaque vem de zonas posh de londres-, que se reunem de manha no restaurante mais in e ao fim do dia na praia a louvar o astro rei em rituais inventados, alguns deles tao absurdos que chegam a ser comicos, e improvisam cancoes tao desafinadas que dificilmente se regem por qualquer harmonia de origem natural. Volta e meia lembramos-nos da serie da BBC "Absolutely fabulous', varias vezes ao dia!
Na areia erguem-se castelos de um tamanho que nenhuma crianca conseguiria fazer nem saltando muito alto com os bracos esticados, quase 2 metros de amontoado de areia que so uma visao pouco pura e deturpada pode transformar em aberracoes. Uma vaca ao lado da uma escala tao estranha a imagem, que nos faz duvidar se nos prorios nao estaremos a alucinar sob o efeito de alguma substancia, ou da felicidade colectiva que a todos faz sorrir.
Nesta aldeia que parece inventada instala-se de verao uma repudata escola de yoga, para onde nos mudamos, trocando o nosso AP por mais uma cabana. Esta fica no meio da selva, depois de um trilho que vem da praia.
No meio disto tudo, montes de russos - da russia mesmo!, que nao vemos na praia durante o dia, e um deles ate esta na minha turma- completamente bebados passam a noite de um lado para o outro em cima de motas de aluguer, dentro de taxis... nunca se percebe de onde vem nem para onde vao. O tal da minha turma tem um problema de nervos " que o faz andar a pancada muitas vezes" por isso virou-se para o Yoga. E este e menos assustador dos coleguitas que teriam feito melhor se tivessem gasto o seu dinheiro numa das inumeras terapias alternativas a base de cristais, sons e luzes que por aqui se vendem. O Guru, apesar do tipico ar disso, foi a pessoa mais normal com quem convivi nos ultimos dias.
07 December 2008
festa na aldeia





02 December 2008
(mais) uma casa portuguesa





28 November 2008
tudo bem em Palolem





27 November 2008
post it (2)

23 November 2008
Panjim


20 November 2008
a porta da india
16 November 2008
maya, A praia
13 November 2008
phuket town





Depois da ilha dos elefantes e da segunda passagem por Bangkok decidimos experimentar a meca do turismo tailandez, na esperanca de encontrar o porque desse estatuto... e aconteceu. A vila que da o nome a ilha, longe das praias de poster de agencia de viagens e por isso menos procurada que Patong ou outras cidades-instantaneas agraceadas por uma areal ofuscante, e caotica e descaracterizada na maior parte das suas arterias, mas o centro -as vias mais antigas estao cheias de arquitectura chino-portuguesa, heranca dos caminhos abertos e trocas comerciais pos-descobrimentos-, a rebentar de tradicao e vida. Os mercados sao frescos e organizados, e os cafes e lojas alinham-se debaixo de arcadas muito "familiares", com a nossa escala, o nosso ritmo, a nossa sombra... e impossivel nao sentir que "ja tinhamos estado por ca", e por isso tao facil gostar da ideia de ficar por uns dias.
